Os smartphones não são mais apenas dispositivos que usamos para comunicação. Eles se tornaram nossos despertadores, calendários, câmeras, bancos, centros de entretenimento e até os maiores companheiros do nosso tempo livre. Essas telas pequenas, que pegamos assim que abrimos os olhos de manhã e olhamos uma última vez antes de dormir à noite, ocupam grande parte do nosso dia sem que percebamos.
Então, você já pensou quantas vezes por dia você checa o celular?
Muita gente estima "20 a 30 vezes" para essa pergunta. No entanto, os números reais costumam ser bem maiores do que o estimado. Mesmo que nenhuma notificação chegue, abrir a tela para ver as horas, checar aplicativos de redes sociais, atualizar a caixa de entrada ou apenas pegar o celular por hábito pode gerar centenas de repetições ao longo do dia.
Essa situação vai além de um hábito e se transforma em um comportamento automático com o tempo. Enquanto espera o ônibus, no elevador, comendo, estudando, conversando com amigos ou até vendo televisão, nossas mãos podem alcançar o celular involuntariamente.
O mais interessante é que a maioria das pessoas nem sequer percebe isso.
O hábito de checar o celular pode afetar o mecanismo de recompensa do nosso cérebro. A possibilidade de receber uma nova mensagem, curtida ou notificação dispara uma sensação de curiosidade no cérebro. Como resultado, uma pequena expectativa se forma toda vez que abrimos a tela, e esse ciclo se fortalece com o tempo.
Os efeitos desse hábito na vida cotidiana podem ser maiores do que imaginamos.
A capacidade de concentração pode diminuir. O número de pessoas que têm dificuldade de ler um livro por um longo período ou focar em uma única tarefa aumenta a cada dia. Isso porque o cérebro se acostuma com uma estrutura de atenção constantemente dividida.
A produtividade também é afetada por isso. Mesmo alguns segundos checando o celular podem dificultar o retorno do foco para o trabalho que está sendo feito. No fim do dia, uma das razões para a sensação de "não fiz nada, mas o dia todo passou" pode ser essa.
Os padrões de sono também correm risco. Especialmente olhar para uma tela brilhante por muito tempo antes de deitar à noite pode afetar negativamente a qualidade do sono e fazer você acordar mais cansado pela manhã.
Uma situação semelhante existe em termos de relações sociais. Tornou-se cena comum ver pessoas sentadas à mesma mesa olhando para as telas dos celulares em vez de conversarem entre si. No entanto, a verdadeira comunicação geralmente vem do contato visual e da conversa cara a cara, não através de uma tela.
Então, é possível reduzir esse hábito?
Claro.
O primeiro passo é ver honestamente o seu tempo de uso do celular. Muitos smartphones têm relatórios diários de tempo de tela e uso de aplicativos. Até mesmo examinar esses dados pode gerar uma consciência significativa.
Reduzir as notificações também é um dos métodos eficazes. Desativar as notificações de aplicativos que não são realmente necessários pode diminuir a vontade de checar o celular constantemente.
Deixar o celular em outro cômodo enquanto come, estuda ou passa tempo com a família também pode reduzir significativamente a distração.
Além disso, criar pequenos períodos de tempo sem celular durante o dia pode ajudar a mente a descansar. Até mesmo deixar o celular em casa ao sair para uma caminhada ou passar a primeira meia hora após acordar de manhã sem tela pode contribuir para mudar os hábitos.
A tecnologia é uma ferramenta poderosa que facilita nossas vidas. No entanto, quando o controle passa completamente para as mãos do dispositivo, ela pode consumir nosso tempo, atenção e até nossa vida social sem que percebamos.
Talvez hoje seja o momento perfeito para se perguntar:
"Estou realmente olhando para o celular porque preciso, ou apenas porque é um hábito?"
Os smartphones não são mais apenas dispositivos que usamos para comunicação. Eles se tornaram nossos despertadores, calendários, câmeras, bancos, centros de entretenimento e até os maiores companheiros do nosso tempo livre. Essas telas pequenas, que pegamos assim que abrimos os olhos de manhã e olhamos uma última vez antes de dormir à noite, ocupam grande parte do nosso dia sem que percebamos.
Então, você já pensou quantas vezes por dia você checa o celular?
Muita gente estima "20 a 30 vezes" para essa pergunta. No entanto, os números reais costumam ser bem maiores do que o estimado. Mesmo que nenhuma notificação chegue, abrir a tela para ver as horas, checar aplicativos de redes sociais, atualizar a caixa de entrada ou apenas pegar o celular por hábito pode gerar centenas de repetições ao longo do dia.
Essa situação vai além de um hábito e se transforma em um comportamento automático com o tempo. Enquanto espera o ônibus, no elevador, comendo, estudando, conversando com amigos ou até vendo televisão, nossas mãos podem alcançar o celular involuntariamente.
O mais interessante é que a maioria das pessoas nem sequer percebe isso.
O hábito de checar o celular pode afetar o mecanismo de recompensa do nosso cérebro. A possibilidade de receber uma nova mensagem, curtida ou notificação dispara uma sensação de curiosidade no cérebro. Como resultado, uma pequena expectativa se forma toda vez que abrimos a tela, e esse ciclo se fortalece com o tempo.
Os efeitos desse hábito na vida cotidiana podem ser maiores do que imaginamos.
A capacidade de concentração pode diminuir. O número de pessoas que têm dificuldade de ler um livro por um longo período ou focar em uma única tarefa aumenta a cada dia. Isso porque o cérebro se acostuma com uma estrutura de atenção constantemente dividida.
A produtividade também é afetada por isso. Mesmo alguns segundos checando o celular podem dificultar o retorno do foco para o trabalho que está sendo feito. No fim do dia, uma das razões para a sensação de "não fiz nada, mas o dia todo passou" pode ser essa.
Os padrões de sono também correm risco. Especialmente olhar para uma tela brilhante por muito tempo antes de deitar à noite pode afetar negativamente a qualidade do sono e fazer você acordar mais cansado pela manhã.
Uma situação semelhante existe em termos de relações sociais. Tornou-se cena comum ver pessoas sentadas à mesma mesa olhando para as telas dos celulares em vez de conversarem entre si. No entanto, a verdadeira comunicação geralmente vem do contato visual e da conversa cara a cara, não através de uma tela.
Então, é possível reduzir esse hábito?
Claro.
O primeiro passo é ver honestamente o seu tempo de uso do celular. Muitos smartphones têm relatórios diários de tempo de tela e uso de aplicativos. Até mesmo examinar esses dados pode gerar uma consciência significativa.
Reduzir as notificações também é um dos métodos eficazes. Desativar as notificações de aplicativos que não são realmente necessários pode diminuir a vontade de checar o celular constantemente.
Deixar o celular em outro cômodo enquanto come, estuda ou passa tempo com a família também pode reduzir significativamente a distração.
Além disso, criar pequenos períodos de tempo sem celular durante o dia pode ajudar a mente a descansar. Até mesmo deixar o celular em casa ao sair para uma caminhada ou passar a primeira meia hora após acordar de manhã sem tela pode contribuir para mudar os hábitos.
A tecnologia é uma ferramenta poderosa que facilita nossas vidas. No entanto, quando o controle passa completamente para as mãos do dispositivo, ela pode consumir nosso tempo, atenção e até nossa vida social sem que percebamos.
Talvez hoje seja o momento perfeito para se perguntar:
"Estou realmente olhando para o celular porque preciso, ou apenas porque é um hábito?"





